épico
Um dos melhores anos de sempre. 4 GRANDES bodyboarders em luta pelo título na última etapa. Uma grande ondulação a dirigir-se para as canárias.
novamente cloud9
"Falas de cloud9 sem nunca lá teres ido. Imaginas que será como afirmas que é, mas na realidade não sabes se assim o será."
O bodyboard é realmente um carrossel de emoções. Na impossibilidade do espéctaculo passivo como noutros desportos, por aqui até se discute filosofia. E eis que surge no seu esplendor um adepto do empirísmo. Tão radical que faria corar aristóteles e faria Locke passar pela moderação! Segundo este nosso caro leitor nada é apreensível sem ser pela comunhão directa dos sentidos. Como é que eu saberei se cloud9 é uma onda perfeita ou divertida? Pelas centenas de fotos, vídeos e testemunhos? Certamente que não pois (e aqui reside o buílis) eu nunca lá fui. Na verdade com a seriedade que foi afirmado este axioma interrogo-me sequer poderei almejar a saber se cloud9 realmente existe..
O bodyboard é realmente um carrossel de emoções. Na impossibilidade do espéctaculo passivo como noutros desportos, por aqui até se discute filosofia. E eis que surge no seu esplendor um adepto do empirísmo. Tão radical que faria corar aristóteles e faria Locke passar pela moderação! Segundo este nosso caro leitor nada é apreensível sem ser pela comunhão directa dos sentidos. Como é que eu saberei se cloud9 é uma onda perfeita ou divertida? Pelas centenas de fotos, vídeos e testemunhos? Certamente que não pois (e aqui reside o buílis) eu nunca lá fui. Na verdade com a seriedade que foi afirmado este axioma interrogo-me sequer poderei almejar a saber se cloud9 realmente existe..
penitências
Uma das caracteristicas mais interessantes da especie humana é a sua individualidade. É certo que em outros animais existem caracteristicas "pessoais" que até certo ponto se manifestam, mas nenhuma com contornos tão vincados como no ser humano. O que nos distingue dos demais é no fundo "a consciencia de si" , já que biologicamente não há diferenças significativas.
Esta capacidade é, voltando ao inicio do texto, o que nos possibilita adquirir signos e comportamentos que definem o que vulgarmente chamamos de "personalidade". Termos consciencia do nosso ser enquanto unidade individual é termos também a noção de nós próprios como entidade autónoma e separada dos outros. Por isso a "pessoalidade" é um aspecto tão valorizado internamente e externamente pelos que nos rodeiam. Por ser a marca indelével da diferença, da inteligência e da alma.
Mas a questão da busca pela diferenciação não se fica por aqui. Nem se fica pelo indivíduo. Por toda a parte temos exemplos atabalhoados das consequências perversas da afirmação da diferença. A mais obvia de todas - e cómica - é a presunção. Existem, todavias outras mais sérias. A face mais visível são os tribalismos, ou num plano mais alargado, os nacionalismos. De facto não raras vezes diversos indivíduos juntam-se em torno de um signo concreto ou fictício, para afirmarem as suas características únicas e tragicamente, as "superiores".
"Eu sou homem e nada do que é humano me é estranho", dizia o romano terêncio, é um lema universal que a maioria das pessoas prefere ignorar fechado em fronteiras ficcionais. Quem de nós nunca "estranhou" determinados comportamentos e pessoas. Quem nunca inferiorizou o companheiro do lado. As classes sociais, as modas, as raças, as regiões, todo o exclusivismo e, helas, também o desporto.
Na falta de um sentido para a vida, procuramos desesperadamente essa razão nas nossas escolhas e características.
Por isso da proxima vez que alguém vos jurar a pés juntos que é unico e especial desconfiem. Do que faz, da maneira que o faz, ou o que pensa ou por onde anda. Desconfiem. Que apenas ele "knows the feeling". Está provavelmente apenas a querer ser o que todos pretendem.
Esta capacidade é, voltando ao inicio do texto, o que nos possibilita adquirir signos e comportamentos que definem o que vulgarmente chamamos de "personalidade". Termos consciencia do nosso ser enquanto unidade individual é termos também a noção de nós próprios como entidade autónoma e separada dos outros. Por isso a "pessoalidade" é um aspecto tão valorizado internamente e externamente pelos que nos rodeiam. Por ser a marca indelével da diferença, da inteligência e da alma.
Mas a questão da busca pela diferenciação não se fica por aqui. Nem se fica pelo indivíduo. Por toda a parte temos exemplos atabalhoados das consequências perversas da afirmação da diferença. A mais obvia de todas - e cómica - é a presunção. Existem, todavias outras mais sérias. A face mais visível são os tribalismos, ou num plano mais alargado, os nacionalismos. De facto não raras vezes diversos indivíduos juntam-se em torno de um signo concreto ou fictício, para afirmarem as suas características únicas e tragicamente, as "superiores".
"Eu sou homem e nada do que é humano me é estranho", dizia o romano terêncio, é um lema universal que a maioria das pessoas prefere ignorar fechado em fronteiras ficcionais. Quem de nós nunca "estranhou" determinados comportamentos e pessoas. Quem nunca inferiorizou o companheiro do lado. As classes sociais, as modas, as raças, as regiões, todo o exclusivismo e, helas, também o desporto.
Na falta de um sentido para a vida, procuramos desesperadamente essa razão nas nossas escolhas e características.
Por isso da proxima vez que alguém vos jurar a pés juntos que é unico e especial desconfiem. Do que faz, da maneira que o faz, ou o que pensa ou por onde anda. Desconfiem. Que apenas ele "knows the feeling". Está provavelmente apenas a querer ser o que todos pretendem.
com dentes
resposta pessoalizada
"O que é isso de ser "O melhor do Mundo"? Na bola o melhor do mundo será algo perto de alguém que marca mais golos (!!!!????). Mas o surfar como se mede essa classificação? Será que o melhor do mundo não poderá ser alguém que não se conheça ou que não ande no super tour? Para que serve essa classificação de "O melhor do mundo"?"
carlos m. face a tua intriga legitima e já que o mundo é pluridimensional e complicado eu esclareço. Tal como o personagem do filme eu não me posso dar ao luxo de adivinhar, "eu tenho um método". Se é o melhor ou não não é relevante. Aliás pouca coisa é realmente relevante neste mundo incluíndo a nossa vida, no entanto não é isso que nos impede de formular juízos de valor, que é o uma das caracteristicas que nos separam dos simios. Mas estou a divagar, dizia eu que tenho um método. Pois bem ele consiste em três vectores! Um na constatação empírica humana da técnica do visado. Existem indivíduos que conseguem efectuar gestos que ultrapassam a maioria dos comuns. Por genética, treino adquirido isso não interessa, é um facto. Dois pela percepção estética da forma do gesto. A verdade é que cada movimento tem uma função ("a forma persegue a função") dizia o tio mike, no entanto existem diversas formas de se atingir a mesma função. A mais aprazível estéticamente (e a estética é outras das caracteristicas que nos separam dos símios mas adiante) merece a minha mais alta consideração. Três através do crívo da ciência. O método cientifico da avaliação da performance de um atleta é a competição. Imperfeito sim, mas válido, tal como todos nós e as nossas imperfeitas opiniões. Isso não impede no entanto que as tenhamos, são uma benção, de deus ou da evolução, por isso não tenham medo de as usar. Há mais profundidade numa boa opinião mesmo que errada do que na eterna interrogação pedante de quem não tem nada para dizer apenas não concorda com não sei o quê. A função de uma opinião é consagrar a nossa possibilidade de as ter. E de as rever, e aprender e de nos redefinirmos. Quem cultiva a não opinião vivencia apenas a capacidade de viver. Mas isso também fazem as anémonas. Acima de tudo não haja receio em apontar o melhor, o bom, mesmo que fuja ao registo tão português, o eterno especialista em encontrar o pior em cada um de nós.
carlos m. face a tua intriga legitima e já que o mundo é pluridimensional e complicado eu esclareço. Tal como o personagem do filme eu não me posso dar ao luxo de adivinhar, "eu tenho um método". Se é o melhor ou não não é relevante. Aliás pouca coisa é realmente relevante neste mundo incluíndo a nossa vida, no entanto não é isso que nos impede de formular juízos de valor, que é o uma das caracteristicas que nos separam dos simios. Mas estou a divagar, dizia eu que tenho um método. Pois bem ele consiste em três vectores! Um na constatação empírica humana da técnica do visado. Existem indivíduos que conseguem efectuar gestos que ultrapassam a maioria dos comuns. Por genética, treino adquirido isso não interessa, é um facto. Dois pela percepção estética da forma do gesto. A verdade é que cada movimento tem uma função ("a forma persegue a função") dizia o tio mike, no entanto existem diversas formas de se atingir a mesma função. A mais aprazível estéticamente (e a estética é outras das caracteristicas que nos separam dos símios mas adiante) merece a minha mais alta consideração. Três através do crívo da ciência. O método cientifico da avaliação da performance de um atleta é a competição. Imperfeito sim, mas válido, tal como todos nós e as nossas imperfeitas opiniões. Isso não impede no entanto que as tenhamos, são uma benção, de deus ou da evolução, por isso não tenham medo de as usar. Há mais profundidade numa boa opinião mesmo que errada do que na eterna interrogação pedante de quem não tem nada para dizer apenas não concorda com não sei o quê. A função de uma opinião é consagrar a nossa possibilidade de as ter. E de as rever, e aprender e de nos redefinirmos. Quem cultiva a não opinião vivencia apenas a capacidade de viver. Mas isso também fazem as anémonas. Acima de tudo não haja receio em apontar o melhor, o bom, mesmo que fuja ao registo tão português, o eterno especialista em encontrar o pior em cada um de nós.
benny
Tem andado nas bocas do mundo a consistência e maturidade que atinjiu o bodyboard de ben player bi-campeão mundial. Nos locais por onde passou, do hawaii, chile a espanha, foi sempre o destaque pelo nível que apresentava. Não deixa de ser irónico que no ano em que mais o apontavam como o melhor do mundo seja o ano em que vá perder o título. Fica aqui o meu palpite, quanto a ser o melhor do mundo não é palpite, é certeza.
história do dropknee
há uns dias uma revista nacional trazia uma lista e descrição daquelas modalidades realmente menos populares. A maioria delas tenho a certeza que a maior parte de nós nem conhece e no entanto tem praticantes dedicadissimos, comunidades com laços estreitos e um feeling que nos reporta ao ínicio das coisas. Se são pessoas que desfrutam mais do sentido das coisas é impossível e incorrecto dize-lo, apenas podemos afirmar que são situações que implicam uma maior afirmação pessoal. E isso tem o seu gosto que não é sentido da mesma maneira por todos.
Quando penso nestas modalidades marginais ocorre-me imediatamente algumas ligadas às ondas como o bodysurf ou o dropknee. O dropknee toda a gente sabe ou já experimentou alguma vez. Mas no entanto só conheço duas pessoas que o fazem regularmente e com convicção. Este vídeo ilustra a história deste estilo, desde o criador jack "the ripper" lindholm até ao auge com aka lyman ou paul roach.
Quando penso nestas modalidades marginais ocorre-me imediatamente algumas ligadas às ondas como o bodysurf ou o dropknee. O dropknee toda a gente sabe ou já experimentou alguma vez. Mas no entanto só conheço duas pessoas que o fazem regularmente e com convicção. Este vídeo ilustra a história deste estilo, desde o criador jack "the ripper" lindholm até ao auge com aka lyman ou paul roach.
prémio "cumprir calendário"
"Para Hugo Pinheiro, a derrota nas 1/2 finais soube a vitória. Depois de vencidas as três etapas anteriores no Porto, Figueira da Foz e Peniche, a mera participação nesta fase, conferiu ao bodyboarder o título cimeiro do Circuito"
prémio "sexo forte"
"A participação correu melhor à bodyboarder veterana da Costa de Caparica(rita pires) que no final da sua ronda garantiu o primeiro lugar qualificando-se, desta forma, para os 1/8 de final(masculinos)."
prémio "aparições" ou "que é feito deste gajo?"
"Em termos de pontuações, o melhor score (15.50) e onda (8.50) foram conseguidos por Luís Duarte (bajolo), bodyboarder local da Associação de Bodyboard de Sagres"
habemus campeão..
Já houve fumo branco nas areias de sagres para o bodyboard nacional e foi para indicar o nosso novo campeão: Hugo Pinheiro. Depois de um final de temporada tão fugaz não se pode dizer que não tenha merecido. O incrível é mesmo a quantidade de candidatos crónicos e a qualidade que povoa o nosso circuíto. Existem 4 ou 5 bodyboarders constantes e com talento suficiente para fazerem boa figura em qualquer circuíto no mundo. A minha preferência este ano ia para o Silvano Lourenço por aquilo que é. Um batalhador incansável que já viu este título fugir-lhe algumas vezes por entre os dedos. Na última vert tentou de forma algo ternurenta sacudir a pressão. Mas ela existe e era a razão por vibrar por este atleta neste ano. é mais uma história de luta entre epopeias muitas que fazem o nosso circuíto um verdadeiro espectáculo de determinação, vitórias e sobretudo, derrotas. Afinal , é isto que é a competição.
danny kim
Este era o modelo de Danny Kim, profissional Hawaiano totalmente dedicado ao standup. É talvez a prancha mais famosa desenhada para a práctica desta modalidade e totalmente coberta por slick (até nos rails) o que além de lhe conferir uma maior dureza permitia que se utilizasse wax no deck como numa prancha de fibra.
Danny teve um pro model na BZ durante vários anos e foi um dos profissionais mais bem realizados nos anos 80 dos estados unidos. Foi responsável pelo surto de standupers que lhe sucedeu com Cavin yap, Chris won ou mesmo Bonga perkins. Podemos considerar Kim como o "pai" do standup no mundo, especialmente o de alta performance por ter sido ele a populariza-lo.ondas para bodyboard
Não podia apresentar um exemplo mais paradigmático. É um bodyboarder(tamega), está a entubar. Não há nada que dê mais prazer numa onda e não consigo pensar em mais nenhum desporto de prancha em que isso seja possível nesta onda. Um dia assim é um dia de sonho para muitos bodyboarders, hugo m incluído.
Lembro-me de mike stewart falar nos anos 90, quando ainda estava no auge, sobre o circuíto ideal. Ele respondeu: "qualquer onda com força, cavada e tubular. Não tem de ser grande. Podia ser qualquer reef pequenito perdido algures". Era esse o modelo de bodyboard de um dos maiores bodyboarders e big riders à face da terra. Para que não restem dúvidas também é o meu.
the right
Dado que não conseguimos arrancar de kingy mais do que um lacónico "não é tão difícil como parece", deixemos as descrições (mais realistas) da "direita" a um surfista que lá andou recentemente num dia ligeiramente mais pequeno(obrigado pedro) :"Kerby knew he had pulled into something big, and feared he would drown: “I was lucky to get to where I got, I went straight over in the lip and did about 10 backflips and then pulled a muscle in my shoulder. It felt like I ripped my arm out of it’s socket, my leggie snapped and then I felt like I was the deepest I’d ever been (underwater). I took about 10 huge big strokes to get up and I was seriously struggling. I finally got to the surface and I was ready to pass out, luckily my brother was there on the ski.”"
A nail-biting finish
Agastado com vários anos de autocracia australiana foi com relativa surpresa que li um texto da IBA como se fosse uma organização mundial de bodyboarders. Antigamente também conhecida como organização mundial de mafia australiana era especialmente conceituada pelas suas técnicas de branqueamento das vitórias alheias e da cunha para as caseiras. No entanto a césar o que é de césar e se em anos de máfia cá estaremos para lhes apontar a meliana-acção, nos outros é de justiça apontar a elegância e profissionalismo com que colocam os termos. Um texto a que não falta nenhuma virgula:
"-A nail-biting finish is shaping up for both the mens and women’s IBA World Titles. Unlike the ASP tour, the race for the world championship has never been closer, and the final event at El Confital in the Canary Islands will surely deliver a grand finish.
-The men’s title race has four riders all within striking distance. Currently in the lead is former World Champion Guilherme Tamega from Brasil. To make this feat all the more impressive, Tamega took a year out of the competition arena in '07 and had to start the season as a wildcard or further down the seeding order. But like a true champion the Brazilian started the season with a solid performance at Pipeline and then continued his great form with wins at Chile and Sintra.
-Fellow countryman Uri Valadao has also been in outstanding form in 2008 and has led the ratings for most of the season. Currently second, Valadao also silenced his critics with a runner-up position at Pipe; dispelling the theory that the flyboy was a small wave specialist that would struggle in the big juice.
-Sitting in third place and looking to capture his third World Title is Australian Ben Player. Ben has been a consistent performer in 2008, but has only won The Human Shark Island Challenge. A finalist in last year’s event, Ben grew up surfing a south coast reef break almost identical to El Confital and will be fired up for a solid performance.
-And finally in fourth place is the outsider and quiet achiever, Pierre Louis Costes. The Frenchmen has been in mind-blowing form this year and if the other three frontrunners stumble early the title could easily be his. It’s a storybook finish to an incredible year of competition."
"-A nail-biting finish is shaping up for both the mens and women’s IBA World Titles. Unlike the ASP tour, the race for the world championship has never been closer, and the final event at El Confital in the Canary Islands will surely deliver a grand finish.
-The men’s title race has four riders all within striking distance. Currently in the lead is former World Champion Guilherme Tamega from Brasil. To make this feat all the more impressive, Tamega took a year out of the competition arena in '07 and had to start the season as a wildcard or further down the seeding order. But like a true champion the Brazilian started the season with a solid performance at Pipeline and then continued his great form with wins at Chile and Sintra.
-Fellow countryman Uri Valadao has also been in outstanding form in 2008 and has led the ratings for most of the season. Currently second, Valadao also silenced his critics with a runner-up position at Pipe; dispelling the theory that the flyboy was a small wave specialist that would struggle in the big juice.
-Sitting in third place and looking to capture his third World Title is Australian Ben Player. Ben has been a consistent performer in 2008, but has only won The Human Shark Island Challenge. A finalist in last year’s event, Ben grew up surfing a south coast reef break almost identical to El Confital and will be fired up for a solid performance.
-And finally in fourth place is the outsider and quiet achiever, Pierre Louis Costes. The Frenchmen has been in mind-blowing form this year and if the other three frontrunners stumble early the title could easily be his. It’s a storybook finish to an incredible year of competition."
estudar os clássicos II - o heat mais táctico da história
No final dos anos 80 a equipa dos kauai classic apareceu como uma bomba no circuíto profissional americano. Perfeitos desconhecidos até então, eles conseguiram colocar sempre alguém nas finais de todas as etapas abanando completamente os bastidores do bodyboard dessa época. Mas o que mais causava falatório eram as tácticas que esta equipa empregava em competição, as apelidadas "shark tactics". Trabalhando em equipa e jogando com as prioridades eles pareciam ter arranjado um método de sucesso para subir nos rankings como uma flecha.No entanto faltava prova-las contra o melhor, faltava abater Mike Stewart.
A oportunidade não demorou muito a surgir quando 3 dos 4 membros da equipa classificaram-se para uma final contra o mr pipeline. A estratégia era a seguinte: dois colocavam-se de cada lado de mike, impedindo-o de apanhar ondas, enquanto o terceiro que ficava livre apanhava a melhor do set. Depois iam-se revesando.
O seu oponente estava obviamente encurralado mas mike, conhecido como a única pessoa que cronometrava os sets em competição não ia facilitar as coisas.
Efectivamente, com mike constantemente a mover-se de um lado para o outro e sets múltiplos que teimavam em entrar durante a final, a táctica ensejada pelos kauai classic não deu os seus frutos esperados. Mike conseguiu dar a volta por cima e derrota-los todos de uma só levada.
Na temporada seguinte os Kauai Classics abandonariam definitivamente as "shark tactics". Nunca concretizariam o seu objectivo de serem campeões americanos.
estudar os clássicos
Esta foi a primeira prancha no mundo com um core em PP. Chamavam-lhe "dynacore" e era apresentado como as pranchas mais leves do mundo. Este modelo era da extinta(mítica) marca californiana "challenger" e fora desenhado pelo extinto(mítico) team da ilha de Kauai no hawaii, os "kauai Classics", um controverso grupo de bodyboarders que misturava talento(muito) com competição, treinos rigorosissimos e imaginem, religião...
O elo perdido
Amigo, queres ser alvo de chacota, de olhares perplexos, mandado deitar, ordenado levantar, trocar de prancha, brincar na areia, ostracizado pela namorada, abandonado pelos amigos, castigado pelos pais, descaracterizado na sociedade, influênciado, confrontado, anatemizado, importunado... tanto que chegarás a duvidar de ti próprio se te estás a divertir e a que espécie pertences? então compra esta prancha e corre para as ondas!
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